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Rabiscado por Lord Byron

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1:09 AM



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12:24 PM


maringá... fica pra proxima vai!


Rabiscado por Lord Byron

12:24 PM


resoluçao original só com o dono da fto... hehe


Rabiscado por Lord Byron

12:22 PM



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Rabiscado por Lord Byron

11:53 PM



Rabiscado por Lord Byron

2:29 PM

Álvaro de Campos

Se te Queres

Se te queres matar, por que não te queres matar?
Ah, aproveita! que eu, que tanto amo a morte e a vida,
Se ousasse matar-me, também me mataria...
Ah, se ousares, ousa!
De que te serve o quadro sucessivo das imagens externas
A que chamamos o mundo?
A cinematografia das horas representadas
Por atores de convenções e poses determinadas,
O circo policromo do nosso dinamismo sem fím?
De que te serve o teu mundo interior que desconheces?
Talvez, matando-te, o conheças finalmente...
Talvez, acabando, comeces...
E, de qualquer forma, se te cansa seres,
Ah, cansa-te nobremente,
E não cantes, como eu, a vida por bebedeira,
Não saúdes como eu a morte em literatura!

Fazes falta? Ó sombra fútil chamada gente!
Ninguém faz falta; não fazes falta a ninguém...
Sem ti correrá tudo sem ti.
Talvez seja pior para outros existires que matares-te...
Talvez peses mais durando, que deixando de durar...

A mágoa dos outros?... Tens remorso adiantado
De que te chorem?
Descansa: pouco te chorarão...
O impulso vital apaga as lágrimas pouco a pouco,
Quando não são de coisas nossas,
Quando são do que acontece aos outros, sobretudo a morte,
Porque é coisa depois da qual nada acontece aos outros...

Primeiro é a angústia, a surpresa da vinda
Do mistério e da falta da tua vida falada...
Depois o horror do caixão visível e material,
E os homens de preto que exercem a profissão de estar ali.
Depois a família a velar, inconsolável e contando anedotas,
Lamentando a pena de teres morrido,
E tu mera causa ocasional daquela carpidação,
Tu verdadeiramente morto, muito mais morto que calculas...
Muito mais morto aqui que calculas,
Mesmo que estejas muito mais vivo além...
Depois a trágica retirada para o jazigo ou a cova,
E depois o princípio da morte da tua memória.
Há primeiro em todos um alívio
Da tragédia um pouco maçadora de teres morrido...
Depois a conversa aligeira-se quotidianamente,
E a vida de todos os dias retoma o seu dia...

Depois, lentamente esqueceste.
Só és lembrado em duas datas, aniversariamente:
Quando faz anos que nasceste, quando faz anos que morreste.
Mais nada, mais nada, absolutamente mais nada.
Duas vezes no ano pensam em ti.
Duas vezes no ano suspiram por ti os que te amaram,
E uma ou outra vez suspiram se por acaso se fala em ti.

Encara-te a frio, e encara a frio o que somos...
Se queres matar-te, mata-te...
Não tenhas escrúpulos morais, receios de inteligência! ...
Que escrúpulos ou receios tem a mecânica da vida?

Que escrúpulos químicos tem o impulso que gera
As seivas, e a circulação do sangue, e o amor?

Que memória dos outros tem o ritmo alegre da vida?
Ah, pobre vaidade de carne e osso chamada homem.
Não vês que não tens importância absolutamente nenhuma?

És importante para ti, porque é a ti que te sentes.
És tudo para ti, porque para ti és o universo,
E o próprio universo e os outros
Satélites da tua subjetividade objetiva.
És importante para ti porque só tu és importante para ti.
E se és assim, ó mito, não serão os outros assim?

Tens, como Hamlet, o pavor do desconhecido?
Mas o que é conhecido? O que é que tu conheces,
Para que chames desconhecido a qualquer coisa em especial?

Tens, como Falstaff, o amor gorduroso da vida?
Se assim a amas materialmente, ama-a ainda mais materialmente,
Torna-te parte carnal da terra e das coisas!
Dispersa-te, sistema físico-químico
De células noturnamente conscientes
Pela noturna consciência da inconsciência dos corpos,
Pelo grande cobertor não-cobrindo-nada das aparências,
Pela relva e a erva da proliferação dos seres,
Pela névoa atômica das coisas,
Pelas paredes turbihonantes
Do vácuo dinâmico do mundo...


Rabiscado por Lord Byron

10:03 PM

Hora de pegar o blazer pendurado na cadeira da sala, sem adeus, virar a chave e sair pra rua. Sabe que fugir da própria realidade parece divertido? A parte mais interessante é que feito um perfume vagabundo, o cheiro te persegue, parece que esta impregnado em tudo que te parece novo.
Há um vento frio que arrepia a alma entediada na rua, essas pequenas horas da manhã que passam tão rápido, podia querer um cigarro, só pra melhorar a fotografia do momento, ver a rua vazia, o sol a nascer, você fora de casa, melhor, eu fora de casa, fora de mim.
Alguém ainda ouve jazz enquanto varre chão do bar logo em frente, cadeiras sobre as mesas, surreal amanhecer, reflexos.
O relógio da igreja lá longe não marca horas certas, deve beirar as seis agora, lá marcam nove horas, os ponteiros não se mexem, mas qual tempo é correto num tédio desses? Bem que poderia ser nove horas feito na igreja, hora de ir à missa, perpetuar a tradição da memória. Falta paciência.
Já pensou na noite de ontem? Estávamos assim felizes a conversar, comíamos queijo, azeite rançoso engordurava os dedos lânguidos que perseguiam as azeitonas no prato junto do salame. Cerveja, vinho, risadas. Como o álcool muda as pessoas. Pena que seu efeito passa logo. Estávamos, dois animados, as bocas de repente, porém sem surpresa se unem na falta de assunto, as línguas preludiam o que há de ser gozo, suor e ressaca.
A languidez dos dedos sujos agora residia nos olhos, os braços quase nus, o sussurrar estranho, algo entre prazer e nojo de tudo aquilo.
Ouço la fora, algo anormal, talvez uma coruja da madrugada, talvez gatos voltando da farra dos muros. Não sei, minh¿alma volta pro corpo, me vejo a te beijar, seios já quase descobertos. Vontade não sei de quê, vou pegar minha carteira no blazer, olha. Visto, sala, porta, chave, rua. Você não ouviu jazz?


Rabiscado por Lord Byron

11:26 PM



Rabiscado por Lord Byron

10:23 PM


inverno do meu tempo começa a brilhar... ô delicia...



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9:39 PM



Rabiscado por Lord Byron

9:34 PM


aaah... agente se merece né nao? uhauha


Rabiscado por Lord Byron

9:33 PM


Hay hey!! lalalala!


Rabiscado por Lord Byron

1:40 AM

Chávena fumegante sobre o pires no colo, vapores de bergamota, açúcar e água quente, assim numa noite de terça, a ver o tempo passar pela janela de grades azuis, por agora, assim é só de fato importante o que acontece, chá quente queima a boca, e acende a mente. Cá estou fechado nesse apartamento, sozinho, de fato, não de direito.
Sabe que essas noites tão quentes como o chá, deixam a metafísica das coisas mais aparente, e eu metalinguisticamente sozinho, analiso essa tal solidão.
Dizem por aí, na Veja de uma semana passada no tempo, que o vazio existencial vem assolando a sociedade contemporânea (típico inicio de dissertação). Disso sei que discordo. Ou concordo em parte?
Marca total, é essa dependência humana, acho que romântica mas de fato ¿novelística¿ que dia a dia vem tomando conta dos humanos, é incrível como a felicidade de alguém depende de outrem, cá via, a mocinha da novela, coitada, deu a luz a uma down e um safadinho, e morreu. Se morreu, porque aparece pra enlouquecer a mãe? É do tipo ¿ Deus castiga? Vá saber o que o Manuel Carlos quis dizer com aquilo.
Péssimos escritores, quem matou o Ramalho meu Deus?
Não importa, o que discuto é o estar sozinho, pra ser sucinto, pobres daqueles que se sentem sós, de todo, nunca se está só, já reparou? Já se pegou a conversar consigo em voz alta? Coisa de malucos. Coisa que somos todos, pena que em diferentes níveis.
Oxalá um dia experimente esse vácuo existencial, que agora depois da Veja centenas vão alegar a seus terapeutas (raça de lombrigas) como a causa do sofrimento.
Sem me perder em divagações, concluo, não existe solidão! Não se martirize, as pessoas mais maravilhosas do planeta se encontram dentro da sua cabeça! Você pensa que as conhece de todo? Eu duvido! E se ainda não ouves nada quando estas em silencio com o mundo?
Sinto informar, você é vazio, oco, a alma sempre fala, há os que já estão amortecidos para a voz de dentro...
É hora de curtir uma massagem nos pés, só que com suas próprias maos, simples assim.
Apaixonar-se por si é mais seguro que por outro? Nem um pouco. É mais fácil controlar uma pessoa que um pensamento, pense nisso, acabarás sem conclusão a respeito. Pense. Viva, faça acontecer. Afinal, que sentido tem a vida se não tem sentido (atenção pro duplo sentido da palavra sentido, opa, triplo) o que se há por dentro. Metas, desejos, e sim, ambição!
Acho que precisa mais açúcar esse chá.

L.D.T.


Rabiscado por Lord Byron

2:55 AM

pá pum

Rabiscado por Lord Byron

2:45 AM

ok ok

Rabiscado por Lord Byron

2:44 AM



Rabiscado por Lord Byron

2:27 AM

<
Sabe... pra mim é tao dificil parecer invisivel... nao é da minha índole disfarçar quem sou eu...
acho q tanta gente sabe quem sou eu, que eu nem imagino, e fico vendo assim gentinha q eu
acabei por excluir, tentar aparecer, me arrumar culpas que nao tenho, e o diabo a galope...
E eu com isso? quero mais que exploda!
mas é bom pro meu ego saber como eu incomodo!!!
é bem aquele negocio... Lucas, ame-o ou deixe-o!!! ninguem me ama? to feliz assim... acho q mta gente no minimo gosta de mim
e se nao gosta?! me engana bem... daí eu estar assim tao satisfeito!

Ow, ve c me dexa!!! cuida do que é teu antes que perca como me perdeu!


Rabiscado por Lord Byron

12:50 AM



e la fui eu me divertir... mas encontrei quem há mto nao via, ô q dó!!! fiz até uma dancinha...
+- assim
(cinco, seis, sete, oito)
Plié, demi-plié, arabesque, do-si-do, cara de cu!, gran jeté, comedor de bosta!, glissade de sous, flic-flac, pas de deux, cheira-rola!, degagé, stomp, stomp, cambré, pas marché, prega-frouxa!, filho de um pablito-boqueteiro!, demi-brás, developpé, elancé, pivot, senta no meu Aloísio e samba!, failli, demi-plié, plié.


Rabiscado por Lord Byron

7:18 PM


Amo!


Rabiscado por Lord Byron

7:18 PM


Vê só q belezura!


Rabiscado por Lord Byron

7:14 PM


Se vc é chicleteiro! Deus te abençoa! se vc não é... Deus te perdoa!


Rabiscado por Lord Byron

7:13 PM


La vem ô la vem!!! a Gresuve na Avenida (mostrar a franca decadencia... mas a torcida continua a mesma)


Rabiscado por Lord Byron

11:43 PM


e curtir e ser feliz.. pq é isso q importa... afinal.. avançar é retornar ao fundamental


Rabiscado por Lord Byron



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